Os Vinhos são desenhados na vinha

Na intenção de produzir a tipicidade regional característica desta região quente que produz vinho há mais de 2000 anos, os vinhos da Aldeia de Cima, clássicos e elegantes, evidenciam uma enorme complexidade de solos heterogéneos e o carácter das castas indígenas e de castas perfeitamente adaptadas à região. Vinhos que preservam a história do lugar, apresentados ao mercado dois anos após a vindima.

Alyantiju

A Herdade Aldeia de Cima tem origem em 1758, mas a vivência cultural e tradicional de que é herdeira tem origens muito mais remotas. No passado da Herdade da Aldeia de Cima ecoam as vozes de fenícios, visigodos, romanos e sobretudo árabes que chegaram no século VIII e dominaram a região durante 500 anos, influenciando ainda hoje a cultura alentejana. Alguns estudiosos descrevem o alentejano como sendo alguém com o espírito de um romano no corpo de um árabe.

Uns e outros pronunciaram o nome da sua terra: Alyantiju

Reserva

O cante alentejano é a expressão de um povo. A declaração de Património Imaterial da Humanidade UNESCO reflete o sentimento de amor à terra, de resiliência face à dureza da vida. Na sua origem surgia nos momentos de trabalho no campo em que transmitia a pureza do estado de espírito da altura.

É um cântico à terra, às planícies, aos animais. É um retrato, é o sentir do Alentejo. Ao ouvir as letras, quase é possível sentirmos o calor abrasador, os cheiros das espécies silvestres e a elegante brisa do campo. Quase conseguimos ouvir os sons de uma longa e genuína noite de Verão. De uma vindima que demora tanto a aparecer.

O Alentejo, momentos que perduram no coração, de uma alegria que é só nossa.

A Adega

O imponente Armazém das Ramadas, que Francisco Eduardo de Barahona Fragoso, filho do 1o Conde da Esperança, mandou erguer para as suas ramadas, em 1953, seria o local escolhido, em 2017, para a construção da adega.

O edifício tipicamente alentejano prima pelas suas paredes grossas e caiadas a branco que sustentam uma estrutura metálica original com três alas, abraçando um imponente par de silos no pátio central.

Marcada pelo encontro entre o passado e o futuro, a adega proporciona uma enologia de intervenção mínima onde se evidencia a complexidade de solos heterogéneos e o diferente carácter das micro parcelas e castas, com vasilhames de pequenas dimensões como balseiros de madeira, cubas de cimento e inox, ânforas de cimento e pequenas tinajas de terracota.

Vinhos que preservam a história do lugar, apresentados ao mercado dois anos após a vindima.

A Equipa técnica

A dupla de enologia, Jorge Alves e António Cavalheiro com o apoio de Joaquim Faia na viticultura, está agora a desenhar o perfil dos vinhos da Herdade Aldeia de Cima, dando especial atenção ao estudo dos micro terroirs da Serra do Mendro.

A equipa é liderada por Jorge Alves, como enólogo consultor, um dos mais conceituados enólogos em Portugal, com uma vasta experiência no Douro e no Dão.

António Cavalheiro é o enólogo residente que, apesar de ser um jovem do Douro, desde o início da carreira se dedica aos vinhos do Alentejo.

Em conjunto com Joaquim Faia, com uma vasta experiência na viticultura sobretudo na zona de Estremoz e Serra de São Mamede, desenvolvem um com um sentido inovador para perpetuar do Alentejo.

  • Jorge Alves
    Enólogo Consultor
  • António Cavalheiro
    Enólogo Residente
  • Joaquim Faia
    Viticultor consultor
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